21-09-26
De volta para a segunda semana, a nossa manhã começou com a educadora Paula. Trouxemos de casa os TPC dos pais, sobre "um beijinho na tua mão" e criamos histórias a rimar à volta dos nomes de cada um e fizemos mais animais com pedras.
Com este calor só se está bem lá fora, à sombrinha... levamos o Tuff Tray, enchemos de areia e depois regamos com um regador cheio!
Ficamos com um "cimento" bem bom para as nossas construções: criamos muitos gelados ( estavam mesmo a apetecer) e eram "deliciosos" (comemos a fazer de conta). O novo estagiário Diogo fez-nos companhia nestas brincadeiras 

Depois a prof. Bibliotecária Ana veio contar-nos uma história ao ar livre. Procuramos uma sombra grande e fizemos uma grande roda. Enquanto não vinha, jogamos à batata quente 

No arranque das nossas atividades das AAAF, o dia foi especialmente dedicado ao acolhimento, à expressão e ao movimento, proporcionando um início dinâmico e feliz.
Com o objetivo de promover o desenvolvimento holístico das crianças e sob a orientação da educadora Paula, houve dinamização de duas atividades em simultâneo, uma em espaço interior e outra mais lúdica, no espaço exterior, dividindo o grupo, para garantir uma atenção mais personalizada e um acompanhamento próximo do ritmo de cada uma.
Na sala das AAAF, acompanhadas pela Alexandra e pela Patrícia, as crianças foram convidadas a realizar um autoretrato: "Eu sou assim, nas AAAF no dia 21 de setembro de 2026". Esta atividade de ilustração visa trabalhar a autoimagem, a identidade e a motricidade fina. A intenção é guardar esta primeira representação para, no final do ano letivo (a 31 de julho de 2027), realizarmos uma nova ilustração e podermos avaliar, em conjunto, a bonita evolução no desenho e na perceção de si mesmas.
Em simultâneo, no campo de futebol, o outro grupo participou num percurso de triciclos, orientado pela D. Isabel e pelo estagiário Diogo, o novo elemento da equipa a quem damos as boas-vindas. Esta dinâmica no espaço exterior teve como foco o desenvolvimento do equilíbrio, da coordenação motora e das noções espaciais, promovendo também o cumprimento de regras.
22-09-26
De casa vão chegando mais mãos, contornadas e pintadas pelos pais, mas todas diferentes, para o painel das mãos das nossas famílias
O S. quis escrever o título, para colocar no placar...
O S. quis escrever o título, para colocar no placar...Em mais um dia quente e sem vento, o último do Verão, observamos os "desenhos de nós", também feitos pelos nossos pais, e fizemos os nossos autorretrato. Todos vão servir para uma brincadeira tecnológica 

Os desafios das AAAF ficaram prontinhos para nós, ao terminarmos de lanchar, um dentro e outro fora da sala, onde foi dia de ir à pesca 

23-09-26
Começamos o dia descobrindo mais coisas sobre o Guaxinim: onde vive, o que come, qual o seu revestimento, como se movimenta e como comunica e quais os seus hábitos...
A manhã foi recheada de brincadeiras e criações, com a área da pintura muito animada e a realização dos desenhos para o livro de aniversário do JD, o primeiro a fazer 6 anos!
Somos um JI público mas, depois da refeição, quem precisa, vai repousar, numa sala das AAAF preparada para o efeito.
Sabem porquê ?

Porque as instituições de educação e cuidados na primeira infância podem ser públicas, privadas ou IPSS, mas todas têm o mesmo propósito: cuidar das crianças. E isso implica conhecer e compreender os seus ritmos, para lhes dar segurança, estabelecendo rotinas, promovendo o seu desenvolvimento e trabalhando com as famílias.
Todos devem perceber que uma transição entre contextos educativos como a acontece entre creche e jardim de infância não é uma simples transferência de ficheiros ou mercadorias:
É uma transição de pessoas.
Uma criança pequena não leva apenas a mochila quando muda de instituição: Leva hábitos, afetos, medos, interesses, necessidades, ritmos, formas próprias de adormecer, de comer e de se relacionar com os outros. E leva, sobretudo, uma necessidade de previsibilidade, que é dada através de rotinas flexíveis e que fazem sentido.
"Uma instituição pode cumprir rácios. Pode ter regulamentos. Pode ter procedimentos. Pode ter plataformas perfeitas. Pode ter tudo devidamente organizado numa folha Excel. Mas, se no meio de toda essa organização nos esquecermos da criança que está sentada à nossa frente, então podemos ter uma instituição muito bem organizada e uma resposta educativa muito mal pensada. É esta a diferença entre administrar crianças e cuidar delas" (Nelson Oliveira).
Por isso, por cá, embora não ainda de uma forma ideal, já há 16 anos que vamos procurando encontrar a forma possível de atender às necessidades das nossas crianças, principalmente das mais pequeninas, no caso da sesta.
E este ano, aos poucos, o projeto de intervenção nas AAAF, uma iniciativa da educadora Paula Peixoto, vai dando frutos: hoje estrearam-se os novos lençóis, lindos, macios e tão fresquinhos que ajudaram meninas e meninos a dormir um soninho confortável 

Houve ainda tempo de brincadeira ao ar livre, como sempre, e algumas crianças mais crescidas quiseram colorir as novas imagens das tarefas, para serem mais visíveis ao redor da mesa grande.
O dia terminou com a comemoração do sexto aniversário do JD, que começou de manhã, se prolongou pelo almoço e terminou em festa na floresta, ao redor de um delicioso bolinho caseiro. Muito obrigada e parabéns!
24-09-26
Começamos o dia conversando sobre a chegada do outono e os sinais que vamos vendo... depois "matematicamos", com as rotinas diárias, a levarem-nos a contar e a registar quantos somos a cada dia...
A partir da história "As cores de Outono do Gui", acompanhamos o guaxinim numa aventura de outono, observando as cores, sentindo os aromas e as mudanças que a nova estação traz...
Depois quisemos fazer máscaras de Guaxinim e escolhemos materiais para esse efeito: pratos de papel, tintas, cartolinas, cola, pedrinhas... ficaram a secar, mas ainda não estão prontas!
Terminamos de colorir as imagens das tarefas e brincamos nas áreas de atividade e lá fora, ao ar livre...
Depois voltamos a "matematicar", e desta vez resolvemos uma situação-problema:
O Gui encontrou 3 bolotas e o Tico (esquilo) 2.
Quantas bolotas encontraram os dois juntos? (5)
O Gui quer levar para casa uma "mão cheia" de bolotas, quantas são? (Uma para cada dedo - 5)
Mas quer igual número para a mãe e para o pai... De quantas mais bolotas vai precisar? (5+5)
O irmão é pequenino, só come 2.
Quantas bolotas vai o Gui levar para casa? (5+5+5+2= 17)
Então alguém lembrou que o avô e a avó do Gui também comiam bolotas, mas eram só
4 para cada um deles. Quantas bolotas eram? (4+4=8)
4 para cada um deles. Quantas bolotas eram? (4+4=8)
Então se juntarmos todas as bolotas que o Gui leva para casa para a sua família, quantas são? (17+8=25)
- Olha, é uma bolota para cada um de nós!
O dia terminou, mais uma vez, em festa, hoje com o aniversário da educadora Diana, comemorado em conjunto e com um presente-
criado pela sala 1.
criado pela sala 1.Nas AAAF...
Depois de ontem nos termos deliciado a dar banho as bonecas, hoje a parede exterior transformou -se numa tela em branco e a criatividade esteve em destaque.
Entre cores, formas e linhas soltas, cada criança deu largas à sua imaginação e deixou a sua marca, num gesto de pura liberdade e descoberta artística!
25-06-26
Hoje foi dia de surpresas de casa e de Educação Física no exterior, recriando as brincadeiras na floresta do guaxinim Gui e do esquilo Tico, com a educadora Susana...
Também foi dia de festa para o G., que completa 6 anos!
Nas AAAF, estivemos muito envolvidos a fazer colagens com massinhas...
E a andar de triciclo... deslizando assim para o fim de semana!


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